Em ato público na Avenida Paulista, Marcelo Ramos defende Brasil real

“O que é importante para o Brasil real, neste momento, é democracia, é vacina, é emprego”, diz o deputado ao rebater declarações antidemocráticas do presidente

“O que é fundamental para o país, neste momento, é democracia, é vacina, é emprego”. Assim falou o deputado Marcelo Ramos, vice-presidente da Câmara dos Deputados, ao participar dos atos democráticos contra o governo Bolsonaro, na Avenida Paulista, em São Paulo, na tarde deste domingo, 12.

Ao se dirigir aos manifestantes, que se reuniram sob a convocação dos movimentos Brasil Livre e Vem Pra Rua, o parlamentar amazonense lembrou a necessidade de todas as correntes que defendem o Estado Democrático de Direito de se unirem.

“O Brasil que precisa de grandeza da direita, da esquerda, do centro. Por que a luta agora não é eleitoral. A luta agora é para garantir que nós tenhamos eleições. Se não fosse essa grandeza, em 85 nós não tínhamos direito de acertar e errar nas eleições do nosso presidente”, defendeu Ramos.

O deputado do PL do Amazonas questionou a atual situação econômica e social do país, enumerando dados que ele qualificou como sendo do “Brasil real, do Brasil profundo”, e que precisam ser revertidos.

“O desafio do Brasil real, do Brasil mais profundo, é o desafio de um país de 14,8 milhões de desempregados. De 19 milhões de brasileiros e brasileiras com fome, de 580 mil famílias brasileiras enlutadas pela irresponsabilidade de um presidente que negou a gravidade da doença e negou a importância da vacina”, conforme suas palavras.

Numa crítica direta às pregações do presidente Bolsonaro, Marcelo Ramos ressaltou que as preocupações do Brasil profundo “não estão em impeachment de presidente do Supremo nem no fechamento de qualquer um dos outros poderes”.

“O Brasil mais profundo está preocupado com o gás de cozinha, a R$ 130,00 no interior do Amazonas. Com a gasolina a R$ 7,50. Com o quilo da carne a mais de R$ 40,00. É esse Brasil que precisa de respostas da nossa gente”, indicou Marcelo Ramos.

Ao concluir, o vice-presidente da Câmara defendeu a unidade dos movimentos contra Bolsonaro: “…a luta agora não é eleitoral. A luta agora é para garantir que nós tenhamos eleições. Se não fosse essa grandeza, em 85 nós não tínhamos direito de acertar e errar nas eleições do nosso presidente. Nós não tínhamos tido o direito de estar aqui, unidos no que é fundamental para o país”.De redação do site de Marcelo Ramos

Acompanhe o trabalho doMarcelo Ramos

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